Pessoa

Eulâmpio

anos 1900 – ?

Nasceu em Salvador, Bahia, Brasil

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Eulâmpio

Eulâmpio (também grafado Olampio em algumas fontes) foi um capoeirista ativo em Salvador, Bahia, durante os anos formativos da capoeira angola organizada. Ele fazia parte da geração que se reunia na famosa roda da Liberdade/Gengibirra aos domingos, onde os melhores capoeiristas da Bahia se reuniam para praticar e preservar a capoeira de angola tradicional.

Sua relação documentada mais próxima foi com Mestre Cobrinha Verde. Em sua autobiografia "Capoeira e Mandingas," Cobrinha Verde recorda uma visita à base naval de São Tomé de Paripe com Mestre Pastinha, afirmando: "Eu e Eulâmpio - aquele que eu chamava de irmão." Esta designação como "irmão" indica um vínculo extraordinariamente próximo, sugerindo que podem ter treinado juntos, se apresentado regularmente juntos, ou compartilhado uma amizade pessoal profunda forjada através da capoeira.

Eulâmpio é listado entre os mestres que se reuniam na "academia" informal no bairro do Gengibirra, Liberdade, junto com Antônio, Maré, Daniel (Noronha), Livino Diogo, Alemão, Bulgário, Barbosa, Américo Ciência, Domingos Magalhães e Butique. O guarda civil Amorzinho presidia esta reunião. Em fevereiro de 1941, quando Mestre Pastinha foi convidado a liderar este grupo, Eulâmpio estava entre os presentes—tornando-o um dos mestres fundadores do que se tornaria o Centro Esportivo de Capoeira Angola (CECA).

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  1. Aluno/a de1

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  1. Membro de1

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  1. Associado a3

    Eulâmpio teve ligação com Pastinha

    Eulâmpio acompanhou Mestre Pastinha e Cobrinha Verde a uma apresentação de capoeira na base naval de São Tomé de Paripe, conforme relatado na autobiografia de Cobrinha Verde.

  2. Eulâmpio teve ligação com Domingos Magalhães

    Pastinha nomeou ambos como mestres capazes que poderiam organizar uma Federação em 1969: "Tem Antonio de Maré, Levino Diogo, Noronha Daniel, Eulâmpio, Domingos de Magalhães... esses mestres poderiam fazer um bom trabalho."

  3. Eulâmpio teve ligação com Cobrinha Verde

    Cobrinha Verde declarou "Eu e Eulâmpio - aquele que eu chamava de irmão" em sua autobiografia, descrevendo sua participação em uma apresentação na base naval de São Tomé de Paripe com Mestre Pastinha. A designação de "irmão" indica um vínculo extraordinariamente próximo.

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  • Atuou em: Salvador, Bahia, Brasil

    período não registrado

  • Visitou: São Tomé, Salvador, Bahia, Brasil

    período não registrado

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declarações
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· 100%
com fonte
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sem fonte
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contestadas

Relações por confiança

  • Verificado: 4
  • Provável: 1

Fontes citadas

  1. [1]capoeira.online: cobrinha verde citada 3 vezes
  2. [2]pt.wikipedia.org: mestre cobrinha verde citada 1 vez
  3. [3]Pastinha 1969 (A Tarde, 24 Feb 1969) citada 1 vez
  4. [4]velhosmestres.com: pastinha 1969 citada 1 vez