Pessoa

Bastião

Sebastião de Souza

anos 1890 – ?

Nasceu em Salvador, Bahia, Brasil

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  • Vida
  • Locais
  • década ou incerto
  • sem data de fim

Momentos datados desta trajetória, do corpus.

Bastião foi um capoeirista ativo em Salvador, Bahia, durante as décadas de 1920 e 1930. É lembrado como parte de um grupo de valentões lendários que foram defendidos em tribunais pelo Major Cosme de Farias, o famoso "rábula" (advogado autodidata) que representou mais de 30.000 pessoas pobres e marginalizadas na Bahia.

O nome "Bastião" é provavelmente um diminutivo de "Sebastião", e algumas fontes mencionam "Sebastião de Souza" como um dos capoeiristas que trabalhavam como capangas (jagunços políticos) para políticos baianos durante a Primeira República. Esses capangas serviam como executores para figuras políticas incluindo os ex-governadores Joaquim José de Seabra (1855-1942) e Antônio Moniz (1881-1940).

Bastião é consistentemente listado junto com outros capoeiristas famosos de sua era que foram defendidos por Cosme de Farias, incluindo Pedro Porreta, Chico Três Pedaços, Samuel da Calçada, Nozinho da Cocheira, Duquinha e Escalvino. Este grupo representa um capítulo importante na história da capoeira na Bahia, quando a prática ainda era criminalizada e os praticantes frequentemente se encontravam em conflito com a lei.

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2

  1. Associado a2

    Bastião teve ligação com Pedro Porretaanos 1920 – anos 1930

    Ambos eram valentões em Salvador que foram defendidos pelo lendário rábula Cosme de Farias durante processos judiciais nos anos 1920-1930

    Provável
    [1][2]
  2. Bastião teve ligação com Chico Três Pedaçosanos 1920 – anos 1930

    Ambos eram valentões em Salvador que foram defendidos pelo lendário rábula Cosme de Farias durante processos judiciais nos anos 1920-1930

    Provável
    [1][2]

1

  • Atuou em: Salvador, Bahia, Brasil

    anos 1920 –

2
declarações
2
· 100%
com fonte
0
sem fonte
0
contestadas

Relações por confiança

  • Provável: 2

Fontes citadas

  1. [1]Revista Capoeirando citada 2 vezes
  2. [2]Sankofa USP article on Cosme de Farias citada 2 vezes