Barboza integrou Roda do Matatu Pretoanos 1930 – ?
Parte do grupo de treino de domingo no Matatu Preto em Salvador durante os anos 1930. Referido como "finado Barboza" por Canjiquinha, indicando que já havia falecido na época do testemunho de 1989.
Pessoa
anos 1900 – ?
Nasceu em Salvador, Bahia, Brasil
Momentos datados desta trajetória, do corpus.
Barboza foi um capoeirista que praticava em Salvador, Bahia, durante os anos 1930. Ele fazia parte dos lendários encontros de treino de domingo no Matatu Preto—uma baixada no bairro do Matatu onde os capoeiristas se reuniam em um terreiro para treinar e jogar.
Segundo o testemunho de Mestre Canjiquinha de 1989 sobre o grupo do Matatu Preto: "Aos domingos, vinham todos aqueles capoeiristas—Onça Preta, Geraldo Chapeleiro, Totonho Maré, Creoni, Chico Três Pedaços, Pedro Paulo Barroquinha, o finado Barboza e esse cidadão chamado Antonio Raimundo, apelidado por todos Aberrê".
A referência a "finado Barboza" indica que ele já havia falecido em 1989 quando Canjiquinha gravou este testemunho. Esta é a única documentação conhecida de Barboza—não sobrevivem registros de seu nome completo, seu ofício, seus professores ou as circunstâncias de sua morte.
Barboza treinou ao lado de algumas das figuras mais significativas da história da capoeira: Mestre Aberrê (que liderava as sessões e depois treinou tanto Canjiquinha quanto Caiçara), Onça Preta (que viria a estabelecer a capoeira Angola no Rio de Janeiro), e Totonho de Maré (co-fundador da Gengibirra e reconhecido como um dos melhores capoeiristas de sua era).
Como muitos capoeiristas da era pré-moderna, Barboza existe na história principalmente como um nome em uma tradição oral—uma figura lembrada por seus contemporâneos mas cuja história individual nunca foi registrada. Sua presença no testemunho de Canjiquinha nos lembra quanto da história da capoeira foi preservada apenas nas memórias daqueles que a viveram.
Barboza integrou Roda do Matatu Pretoanos 1930 – ?
Parte do grupo de treino de domingo no Matatu Preto em Salvador durante os anos 1930. Referido como "finado Barboza" por Canjiquinha, indicando que já havia falecido na época do testemunho de 1989.
Barboza teve ligação com Onça Pretaanos 1930 –
Contemporâneos no Matatu Preto nos anos 1930
Barboza teve ligação com Totonho de Maréanos 1930 –
Contemporâneos no Matatu Preto nos anos 1930
Barboza teve ligação com Aberrêanos 1930 –
Parte do círculo de treino do Matatu Preto liderado por Aberrê
Barboza teve ligação com Paulo Barroquinhaanos 1930 –
Contemporâneos no Matatu Preto nos anos 1930
Barboza teve ligação com Aberrêanos 1930 – setembro de 1942
Contemporâneos no Matatu Preto nos anos 1930
Atuou em: Salvador, Bahia, Brasil
anos 1930 –
Relações por confiança